é a dúvida que resta
que me leva a perguntar . . .
qual papel será o meu?
o de quem nada faz?
embora doa, nada fiz para mudar
embora doa, nada vai mudar
e revemos nas imagens, que não passa de um esboço
escolhem os senhores da guerra, os motivos a seu gosto . . .
embora doa, nada fiz para mudar
embora doa, nada vai mudar
porque nada surpreende
já vivemos com o medo
quem nos chama à razão?
ao som de armas adormeço . . .
embora doa, não me faz perder o sono
embora doa . . .
escorre sangue pelo ombro, em directo na tv
explode a carne em mãos, de quem nada fez
embora doa, não me sujo desse sangue
embora doa, há sempre outro canal
embora doa . . .
embora doa, não me sujo desse sangue
embora doa, há sempre outro canal
é a dúvida que resta, que me leva a perguntar . . .
_ _ _ _ _
Pondo de parte o propósito com que esta música foi feita, a letra que a acompanha tem muito a ver comigo e com o que sinto neste momento.
É o vazio da perda, e a ansiedade por preencher esse vazio. Ansiedade essa que se torna numa dúvida gigante que eu não sei controlar, e para a qual não encontro respostas, e isso está a dar comigo em doida.
5 comentários:
Querida tens que superar essa fase, compreendo essa tua ansiedade, mas tens que te libertar dela.
Vais ver que tudo vai correr bem, quando menos esperares.....
Vai passar. O tempo cura, atenua a dor. :)
Eu quando estava assim também fiz uma mudança radical fisica. E não ficou nada bem, mais valia ter ficado quieta. :p Ai ai...
Bjinho e tudo de bom.
Gosto da música.
O Diogo canta essa musica de uma maneira que até arrepia...
força aí amiga, tudo de bom =)***
gosto muito dessa música, por acaso :)
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