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quinta-feira, 9 de maio de 2019

Já foram a Itália?

Já foram a Itália? Se a resposta é sim, então este texto é para vós. Estou a planear as minhas férias há já algum tempo, quero e preciso ir para fora durante uns dias, estou a precisar de arejar as ideias e afastar-me um pouco dos problemas e das situações menos boas, pois sinto que a minha cabeça não anda muito bem com tudo o que tem acontecido.
Estou a planear ir cerca de uma semana, ou no final de Agosto ou no início de Setembro, por isso mesmo quero marcar a viagem e o alojamento o quanto antes. Eu e o H estamos a pensar ir a Itália, não nos interessa irmos para locais com praia e o Vaticano também não nos diz muito, gostamos mais de fazer quilómetros a pé e explorar as cidades, queremos conhecer tudo o que forem monumentos históricos, e claro que aqui o coliseu está na lista tal como a cidade de Roma, no entanto temos também a hipótese de ir conhecer mais do que uma cidade.
Quem desse lado conhece este país e principalmente a cidade de Roma, diga-me o que aconselha a visitar por lá, dá para ver tudo a pé? Sem ser Roma, há mais alguma cidade que valha a pena e que fica perto? Locais para ficar, o que aconselham? Contem-me tudo das vossas experiências sff.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Das más decisões que tomamos

No meu 10º ano fui para artes e foi nessa área que fiz o meu secundário, nunca me arrependi dessa escolha pois era algo que me fascinava. Sempre gostei muito de matemática e comecei a adorar Geometria Descritiva. Fui para esta área com o intuito de ser arquitecta, mas o 10º ano não me correu de feição e terminei com uma média baixa, além de ter tido uma excelente média no 11º e uma boa média no 12º.

Posto isto, quando chegou a altura de me candidatar à universidade a minha média não dava para onde eu queria ir, que seria a Faculdade de Arquitectura de Lisboa ou do Porto. Foi então que entrei para Cinema na Covilhã, e sim eu sei que não tem nada a ver, e também não sei onde estava com a cabeça quando me candidatei para um curso que nada tem a ver comigo e com o qual não me identifico, mas na altura, com os meus 17 anos, nem sequer pensei.

Houve a hipótese de me candidatar à segunda fase, de pedir transferência de curso ou de universidade, mas eu acabei por me acomodar e 3 anos passaram a voar. Com apenas 20 anos era uma licenciada em Cinema e além de saber e de sentir que não me identificava com aquilo de maneira nenhuma, mais uma vez não pensei e prossegui os estudos, afinal ainda era nova e como na altura namorava, decidi ficar mais 2 anos a estudar e fiz também mestrado. Mais 2 anos os meus pais a investirem em algo com o qual cada dia menos me identifico e cada dia mais tenho a certeza que não é, de longe, o que quero fazer da minha vida. Claro que a péssima experiência de estágio que tive, mais a crise que o país atravessa e a falta de emprego, não ajudam, mas mesmo que houvesse trabalho sei que não me iria sentir realizada profissionalmente porque não me identifico com a área, e isso é péssimo.

Restam-me duas alternativas:

1. Continuar com a formação que tenho e tentar arranjar trabalho nesta área sem tentar fazer diferente, sem lutar pelo que realmente gosto e quero fazer profissionalmente.

2. Tirar arquitectura, o que irá implicar um esforço enorme da minha parte.

Teria de voltar a repetir exames, pelo menos o de Geometria Descritiva, e passar, voltar a concorrer ao ensino secundário e entrar, voltar a estudar coisas que já não estudo há mais de 5 anos, conseguir terminar o curso nos 5 anos, estudar enquanto trabalho e/ou pedir um empréstimo de estudante, fazer um esforço descomunal para pagar todas as despesas sem ter de pedir dinheiro aos meus pais e ainda fazer um enorme esforço física e psicologicamente para corrigir algo que tinha sido tão facilmente evitado.

Depois ainda há contras, é que neste nosso país só há 1 universidade pública com este curso em pós-laboral, e isso implicaria que eu fosse para Lisboa onde as despesas mensais são um autêntico roubo. E privadas nem sequer se coloca em questão, porque pagar cerca de €400 por mês só para propinas, mais despesas extra de materiais, livros e afins, não é sustentável.

Dentro de todas as opções a Universidade de Coimbra parece a mais viável, primeiro porque fica a 1h30 da minha terra e em segundo porque as despesas de casa são muito mais baratas que em Lisboa. Por outro lado, ir para Coimbra significa ter de repetir o exame de Geometria Descritiva e ainda o de Matemática, o que torna as coisas bem mais complicadas.

Neste momento sei que não quero seguir a área que estudei porque não me identifico, e também sei daquilo que gosto e do que quero fazer da minha vida profissional, mas tenho tanto receio de não o conseguir e mais do que isso, tenho receio de já ser tarde demais.

sábado, 28 de janeiro de 2012

uma ajudinha sff

Eu costumava sacar as minhas séries daqui, mas agora com a net do meo não consigo, diz que não dá. Sacava através do MegaUpload e vinham super rápido e já com legendas. Agora fiquei a meio da primeira temporada do Prison Break e não sei como é que consigo arranjar a série. Alguém me pode dar alguma dica de algum site onde possa sacar séries?
Obrigada desde já.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

quem pode usar lentes de contacto?

Há dias em conversa com duas pessoas, estava-se a falar sobre lentes de contacto. Uma delas dizia que toda a gente as pode usar e a outra dizia que não é bem assim e que quem tem estigmatismo e miopia não pode. Eu reduzi-me à minha ignorância no assunto, e não disse nada.
Mas fiquei curiosa. Afinal todos podemos usar lentes de contacto, ou nem por isso? Alguém sabe?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

decoração

Ando a mudar o meu quarto, visto que o meu tempo livro agora é imenso. E estou a começar por dois dos móveis, a mesa de cabeceira e a secretária que quero decorar como se fosse uma cómoda.
Tenho andado a ver imagens no google de sugestões de decoração para a mesa de cabeceira, e gosto particularmente das mais simples, e com flores. Mas não sei qual o estilo que hei-de escolher. Gosto particularmente da imagem 1, e adoro a flor que lá está.
O que acham? Quais as preferidas? Sugestões aceitam-se. E se souberem de sites/blogues sobre decoração, agradeço.
E mais uma coisa, alguém sabe onde se vendem candeeiros iguais aos das imagens 3 e 4? Assim em forma de flor e que dê para se aplicar de diversas formas?

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

colesterol alto

Pois é, tenho o colesterol alto. Já a minha avó e a minha mãe têm, parece que é hereditário e que não tem directamente a ver com a alimentação. Eu não como gorduras, nem fritos, carnes de vaca e borrego, cozido à portuguesa, entre outras coisas desse género que têm um índice maior de colesterol, e ainda assim o meu já vai em 217, para quem não sabe, o máximo a que se deve ter é 190.
Portanto peço aqui, a quem por cá passa e que percebe destas coisas, há algo que eu possa fazer, ou tomar, qualquer coisa que ajude a baixar o colesterol? E peço apenas produtos naturais, medicamentos só mesmo quando for ao médico.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

do virus

Prometo que já tentei livrar-me dele e limpar o aviso que aparece quando se acede ao meu blog, mas não consegui. Já tentei seguir os passos todos que me foram solicitados, já me disseram como fazer, e nada. Simplesmente não consigo pedir a revisão do site para que o aviso desapareça.
Supostamente tenho de efectuar 4 passos para que o vírus possa ser removido. Eis então:
  1. Faça download do ficheiro html.
  2. Faça o upload do ficheiro para o seu servidor.
  3. Peça o "verify" no Google Webmasters Tools.
  4. A ferramenta vai informá-lo de imediato que o seu website tem problemas.
Tudo muito bem, é só chegar lá e seguir os passinhos todos. Só que não é tão fácil assim, isto porque eu não faço ideia como hei-de fazer o upload do ficheiro para o servidor [passo 2].
Alguma alma caridosa que me consiga ajuda e me explique como se faz? Sff?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

daquilo que quero, ou o facto de não saber o que quero

Sinto cada vez mais que somos muito novos quando temos de tomar certas decisões na nossa vida. Ora, quando vamos para o secundário, com os nossos 14 anos, temos de escolher uma área para estudar nos 3 anos seguintes, isso implica, excluir áreas de formação, as quais não podemos seguir para trabalharmos futuramente. Decisão tomada, chega-se ao final do secundário, com os nossos 17 ou 18 anos, e temos de escolher um curso superior, ou seja, temos de escolher a profissão que queremos seguir, aquilo que no futuro vamos fazer [quase] todos os dias da nossa vida.
Hoje em dia, com 3 anos de universidade somos licenciados, e muitos devem pensar como eu pensei: bem, só tenho 20 anos, mais vale tirar mestrado também e fico com mais estudos. E lá andamos mais 2 anos a tirar mestrado, num total de cinco anos de estudos. Findada essa etapa, estamos oficialmente aptos para começar no mundo do trabalho, isto por volta dos 22 ou 23 anos.
E agora pergunto eu, que estou nesta situação e ainda não sei bem o que quero fazer da vida, ou o que gosto nem tenho perspectivas de emprego, onde é que as crianças que estão agora a escolher a sua área, ou o seu curso, vão parar? É que depois vemos desistências, más notas, trocas de cursos, anos e anos para se licenciarem, e ninguém entende. Pois eu entendo, é tudo demasiado cedo, é tudo demasiado.

sábado, 9 de julho de 2011

aquilo que me vai cá dentro, e que é tão difícil expressar

A única vez na minha vida que tive uma relação séria e à vista de todos, esta durou cerca de 3 anos, e ao final das contas, o meu ex namorado começou a gostar de outra pessoa e começou a sair com essa mesma pessoa ainda namorava comigo. Sim, ele ligou-me a pedir autorização para sair com uma amiga, que por ironia do destino é a actual namorada dele.
Não me queixo por ter acabado a relação, visto que eu já não era feliz com ele há muito tempo, se é que algum dia fui e se é que algum dia gostei o suficiente para o conseguir ser. Mas a verdade é que gabo a coragem dela por ter sido tão btich ao ponto de conseguir acabar com uma relação, tal só aconteceu porque a relação era tudo menos sólida, pelo menos naquela altura.
Fiquei mal durante uns tempos e ninguém me tira da cabeça que fui traída e bem traída, naquele dia em que os dois foram ao bowling, ora o sítio onde foram fecha às 22h00, ele chegou a casa eram 00h00, duas horas para fazer um percurso de 10 minutos é um tanto ao quando difícil de engolir, quando ele diz que nada aconteceu, pois, pois, e eu nasci ontem.
Passados quase 2 anos de ter terminado a relação, apaixonei-me. Coisa estranha de acontecer, a mim, que sempre fui do tipo de rapariga que se deixa levar e que costuma ser conquistada pelo cansaço, ou seja, eles insistem e insistem e eu lá cedo, mesmo que não gosto assim tanto da pessoas. É errado, eu sei.
Pois isso agora mudou, apaixonei-me e estou tramada com a minha vida, pois não sei como é que hei-de resolver a situação. Nunca precisei ir atrás, conquistar alguém, dizer o que sentia sem mo dizerem primeiro, mas agora está a acontecer. Apaixonei-me por um instrutor do ginásio, que só vi umas 3 ou 4 vezes, e não sei como deitar o sentimento cá para fora. Mas por outro lado, o medo de expressar o que sinto e ser rejeitada, ou ele ter namorada, etc. etc., faz-me ter um receio tremendo e não sei como hei-de fazer.
Há algum método de resolver isto minha gente? Uma poção mágica? Qualquer coisa...

domingo, 3 de julho de 2011

ajuda sff

Tenho de fazer uma errata, porque deixei um parágrafo no meu relatório que não devia ir, ou seja, tenho de fazer um documento que diga qualquer coisa do género na página x onde se lê y devia ler-se z. Só que agora tenho de fazer isto como deve de ser, num documento bonitinho para entregar no dia da minha defesa. Alguém sabe como se faz tal coisa?

quinta-feira, 30 de junho de 2011

sobre o amor, ou lá o que seja

É óptimo quando nos apaixonamos, e é óptimo todo o processo de conquista que se dá até que se comece uma relação e até que se venha a descobrir o amor - essa coisa estranha -, que acho que ninguém descobriu ainda o que é realmente, mas que nos dá tantas dores de cabeças e nos faz arriscar e palpitar de felicidade.
Comecei a gostar de uma pessoa, creio que mais velho, não que seja um problema a meu ver, mas até agora ainda não encontrei uma forma de me dar a conhecer, de ter uma conversa durante mais de 5 minutos, ou de passar do sorriso de cumprimento para o sorriso meigo cheio de carinho e bons sentimentos. Devo ser eu que não percebo nada disto, com certeza. Já aprendi muito coisa para fazer uma relação dar certo, mas ainda não aprendi como é que se pesca (hehehe) uma pessoa pela qual temos interesse.
Vida injusta, é que eu não me aprece muito ficar para tia.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

não faz sentido

Há uma coisa que eu acho estranho, entre outras milhentas, e peço desde já desculpa aos crentes, mas...
Sempre ouvi os meus avós, tios, pais e família mais velha que eu, ao falarem de alguém que já morreu aplicarem a expressão deus lhe perdoe. Por exemplo: a filha do zé, deus lhe perdoe, está doente.
E eu pergunto-me: Mas deus lhe perdoe o quê? Matou alguém e deus é um juiz? hmmm... não me encaixa cá dentro e não faz sentido.
É que as pessoas usam esta expressão e abusam dela também! Dizem isto como se estivessem a dizer bom dia ou boa noite, e faz-me sinceramente muita confusão, por não fazer sentido.

sábado, 4 de setembro de 2010

aspecto

Há uma coisa que me acontece muitas vezes, e gostava de saber se é só a mim...

Vezes e vezes sem conta vou eu a andar na rua, e como toda a gente olho para as pessoas por quem passo. Mas os olhares são diferentes consoante as pessoas em questão. Entre muitos tipos de olhar, olha para outras raparigas/mulheres que andam pelas ruas, e olho precisamente para a roupa que vestem. A verdade é que por mais que eu pondere o que vestir antes de sair de casa, acho sempre que vou mal vestida porque vejo pessoas muito bem arranjadas, e mulheres realmente bonitas e elegantes, e penso devo estar mesmo mal vestida eu.
Será de mim, ou também vos acontece este tipo de situação?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

tenho uma dúvida

Alguém me sabe dizer o que é o amor afinal?
É que tenho-me fartado de procurar por ele, de tentar perceber quais os seus gostos e sítios onde para, mas não consigo encontrar...

sábado, 28 de agosto de 2010

aspecto

Tenho andado a tentar mudar o meu blog para algo diferente, pois já estou cansada do aspecto que tenho há já alguns meses, e então resolvi manter a mesma imagem de cabeçalho, mas alterá-la um pouco, e misturar os 2 fundos.

O que acham?

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

publicidades

A nossa televisão é cada vez mais consumida por publicidades de tudo e mais alguma coisa. Tem certamente publicidades que me despertam a atenção pela sua boa qualidade, e depois tem aquelas que me dão um arrepio de serem tão más.
Há dias estava eu a ver um qualquer programa de televisão e chegou-se a parte das publicidades, entre muitas que deram a de um detergente da roupa despertou-me a atenção, pois o slogan era algo do género a sua roupa cheira bem de manhã e mantém a frescura ao longo do dia. Aqui surgiu a minha dúvida, então mas a roupa cheira bem, ou está fresca? É que uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Por exemplo, eu posso ter uma camisola fresca ao longo de 2 horas, porque andei à chuva e cheguei a casa ensopada, também posso ter uma camisola que cheire bem ao longo de todo o dia, mas que não esteja nada fresca, e posso ter ainda uma camisola que cheire bem e esteja fresca, basta que tenha posto desodorizante e perfume, e tomar banho também, antes de sair de casa, e depois apanhe uma molha até chegar ao local de destino, assim fico cheirosa e fresca durante bastante tempo.
Isto de fazer publicidades enganosas não dá com nada, é que as pessoas depois compram e ficam descontentes. Olhem que mentir é feio, já diziam os meus pais quando eu era pequena.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

livros de passatempos

Hoje à tarde enquanto apanhava fruta deparei-me com uma outra dúvida. Os livros de passatempos que vendam nas livrarias, quiosques, tabacarias e outros que tais, sejam eles de palavras cruzadas, sopas de letras, sudoku ou outro, têm sempre uma mulher meia despida na capa. É então que surge a minha dúvida, se esses livros de passatempos são maioritariamente usados por mulheres, qual é a lógica de terem este género de capa? E que raio está relacionado entre uma gaja e passatempos? É que se ainda fosse um livro de passatempos porno eu entendia, mas sendo assim...
Ou já que têm este tipo de capas, podiam fazer uns quantos com gajos, que nós mulheres também temos direito a esse tipo de coisas! Alguém me sabe explicar o porquê deste tipo de capas?
Vejam lá bem isso, porque se é para continuar assim isto é um tanto ao quanto injusto para nós mulheres. Podemos revoltar-nos e criar um grupo no Facebook!

horas

Ontem quando vinha a conduzir, deparei-me com uma dúvida em relação às horas. Nós dizemos coisas como: são sete horas, são duas horas e quinze minutos, são vinte e duas horas e quarenta e cinco minutos. Até aqui tudo bem, tudo normal... mas depois dizemos coisas como: é meio dia e meia, é meia noite menos um quarto, é meia noite e dez, e por aí fora.
Ora, eu acho que isto é descriminação, racismo mesmo... Quer dizer, a 99% das horas chamamos pelo nome do número da hora, e depois em vez de dizermos: são doze horas, ou são vinte e quatro horas, pomo-nos a inventar nomes para os números. Eu acho mal, e acho que ambos se sentem mal, porque os números que são tratados como diferentes devem pensar: quer dizer, eles ali todos amigos porque são tratados por igual, e nós aqui sozinhos os dois, só porque nos tratam de forma diferente. E acho que os outros números devem comentar: olha para aqueles dois, com a mania que são da elite, com nomes todos pomposos... têm a mania com certeza.
Isto era como se estivéssemos na China, no meio de uns vinte chineses, e dissessem qualquer coisa como: chamamos agora o ching yong, o ching mohama, o ching kikchom, e aqueles dois ali, os branquelas de olhos grandes, com certeza também nos íamos sentir excluídos. Vejam lá isso bem, e deixemos de ofender os números, que nem sequer se conseguem defender.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

"morte" às pipocas

Eu sou uma pessoa que gosta de ir ao cinema ver um bom filme, e quando vou, gosto de o ver com atenção e tranquilidade, sossegada vá.
Conheço pessoas que adoram ir ao cinema, ver um filme? Não... comer! Fazem grandes refeições de pipocas, coca-cola, e outros que tais. Por vezes até temos direito a ouvir um arroto ou outro que demonstra toda a sua satisfação.
Imaginem-se a ver o 2012, está tudo em silêncio apenas vemos um ligeiro abanar no ecrã, esperamos que aconteça algo a qualquer momento, é o suspense no seu esplendor, quando o silêncio está prestes a ser quebrado e algo de fenomenal irá acontecer, ouve-se um cromo qualquer a trincar uma porcaria de uma pipoca, e lá se vai a magia do cinema...
Sou a favor de torturarem a pessoa que inventou o comer do cinema, obrigá-lo(a) a ouvir este som irritante durante 24 horas seguidas, assim uns decibéis acima do normal, e depois obrigá-lo(a) a retirar isso das salas de cinema!!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

neighbors from the beach

Hoje deixo-vos com mais umas das minhas questões, isto porque com o tempo livre que tenho e passando o mesmo na praia, deparo-me com muita coisa estranha que por mais que me esforce, não consigo mesmo entender...
Ora é certo e sabido que o Algarve no verão é uma zona que alberga muita gente, não só portugueses como estrangeiros. Com toda esta enchente, é natural que se acumule um número bastante elevado de pessoas no mesmo espaço, neste caso específico, na praia.
Uma pessoa vai de manhã para a praia cedo, e estaciona-se em qualquer parte do areal, normalmente onde tem espaço. Quando é por volta do meio dia começam a chegar mais pessoas que provavelmente não têm amor à vida e querem com certeza apanhar cancro da pele (atenção que não tenho nada contra). Por esta hora estão a ir embora da praia as pessoas que foram de manhã. Estas pessoas deixam o chapéu e as toalhas a marcar território, como se fossem cães e mijassem num poste de electricidade com o intuito de dizer este é meu, aqui não mijas tu!
A questão é que estas mesmas pessoas vão para casa em busca de um almoço em família para só mais tarde voltarem à praia, lá por volta das 16h/17h, que é a hora em que está menos calor e as crianças já têm feito a digestão.
Quando chegam à praia dirigem-se ao seu território que ficou marcado por toda a tralha de praia que lá deixaram, e notam que aquilo está ocupado por outras pessoas que chegaram nas horas de maior calor, e obviamente se instalaram onde havia lugar, estes são portanto vistos como os ocupas, que não tendo outro sítio onde se instalar visto terem dormido até ao meio dia, por ali ficaram no território de pessoas alheias.
E onde está o engraçado da questão? É ver as pessoas que chegaram de manhã a dizer bem, tu vai estendendo a toalha para ali algures, visto que nos ocuparam o nosso espaço, nós temos de ir fazer o mesmo!
E aqui eu pergunto: o nosso espaço? mas de quem? eles compraram-no, ou alugaram para a semana de férias? será que aquilo tem delimitadores que se escondem debaixo da areia (os marotos) para que quem vem depois não os consiga ver? ou será que isto por cada pessoa temos direito a x metros no raio do nosso chapéu de sol?
Ora, se lá deixam as coisas e vão embora, não podem esperar que as pessoas pensem certas coisas, ora passo a exemplificar:
Casal chega à praia por volta das 12:17h, e diz a mulher para o homem:
mulher: oh homem, onde é que nos vamos deitar?
homem: eu estava a pensar em ficar já aqui, mas como está aqui um chapéu de sol amarelo e outro verde a menos de 100 metros de distância, pertencem às mesmas pessoas, e deixa cá ver.... 1, 3, 7, 9 toalhas de praia, perfaz o total de nove pessoas, temos de contar no mínimo 20 cm para cada pessoa no raio de cada chapéu, e ainda mais uns 10 cm de distância de nós, para poderem passar sem ser por cima das nossas toalhas.
mulher: então sendo assim, onde dá para ficarmos?
homem: temos 2 soluções, ou nos deitamos ali em cima no alcatrão, ou então ali no mar alto, e mesmo assim já é estar a apertar um pouco as pessoas!
E é isto, o ser humano acha que um espaço (que só por acaso até é público) lhe pertence, desde o momento em que lá deixa a tralha da praia!
Como podem ver sou agora uma pessoa muito mais observadora e que gosta de observar tudo ao pormenor, e acreditem que se vê muita coisa importante e interessante como isto!
Mas ainda assim fica a questão: quem é que tem razão? o português que chega de manhã ou o que vai ao meio dia? (é impressionente como é que ainda fiquei na dúvida...)