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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

2019 de A-Z

2019 não foi de todo um ano bom, não foi um ano 100% feliz nem foi um ano que deixa muitas saudades, claro que houve coisas boas e momentos muito agradáveis que vou guardar sempre comigo, mas infelizmente houve dois acontecimentos em particular que foram mesmo muito maus. Hoje resolvi fazer um 2019 de A-Z.

Amor: além de nem tudo ter sido bom, foi um ano cheio de amor e onde voltamos a aproximar-nos de algumas pessoas da família com quem não nos dávamos há anos, e isso tem de ser bom.

Banho: aquilo que não dispenso 365 dias por ano, e por vezes mais de uma vez por dia.

Crianças: são a faixa etária com quem trabalho diariamente, e sem dúvida que adoro.

Dormir: esta é das coisas que mais gozo me dá, chegar ao final de um dia e poder ir descansar.

Ele: pois de outra forma nem faria sentido.

Família: sem dúvida, a coisa mais importante da minha vida.

Gomas: continuam a ser o meu doce preferido.

Hamburgo: esta foi a primeira viagem do ano, logo em Janeiro, e além de muito frio foi ótimo passar um fim de semana diferente em família.

Itália: a viagem do ano e sem dúvida uma viagem que adorei e que voltava a fazer outra vez.

Jogos: em 2019 fiquei viciada naqueles jogos de decoração de casas, adoro!

Ler: neste departamento fui mesmo muito má, até tenho vergonha de dizer quantos livros li.

Morte: da tia E, uma pessoa muito querida e que deixou muitas saudades, sem dúvida.

Nápoles: sem dúvida a não repetir, uma experiência muito diferente, e fica por aí.

Pompeia: local muito giro, que não me importava de voltar.

Roma: a cidade fantástica pela qual me apaixonei o verão passado.

Sorrento: belas paisagens e sem dúvida que me deixou uma enorme vontade de fazer toda a costa.

Trabalho: algo pelo qual sou grata de ter tido e mais do que é costume, que continue assim.

Vida: nem sempre justa, e em 2019 foi mesmo terrível para o primo A, quando ele teve aquele maldito acidente que o deixou num estado que ninguém merece estar.

Zero: começar do zero em 2020.

terça-feira, 20 de março de 2018

Vive mais, preocupa-te menos

Vive mais...

Certamente não será novidade para ninguém que a vida é complicada por si só, mas a verdade é que quanto mais nos preocupamos com a nossa vida e com as pequenas coisas que correm menos bem no dia a dia, menos nos focamos nas coisas boas e menos vivemos. Gosto deste tipo de máximas que em poucas palavras nos dizem tanto.

A vida vai ser sempre complicada, os problemas vão sempre existir, os dias cinzentos farão sempre parta da nossa vida, os preços vão sempre subir, as pessoas vão ser sempre antipáticas, a vida terá sempre baixos, mas também terá altos, ainda há pessoas simpáticas, vão existir sempre as promoções, os dias de sol continuarão presentes, os problemas têm solução e a vida vai-se descomplicando da mesma forma que um nós se vai desfazendo desde que sejamos persistentes e nunca desistirmos.

Por tudo isto e muito mais, temos de aprender a relaxar mais, a viver mais e a ser mais felizes. Nem tudo é bom, mas se começarmos a dar mais valor ao que é realmente bom, certamente que a vida valerá muito mais a pena ser vivida.

... preocupa-te menos!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Have a nice week #1


Mesmo que a chuva fique por mais uns dias, não é desculpa para andarmos mal humorados ou sem vontade para fazer o que quer que seja.
Por isso mesmo, toca de aproveitar a vida que só vivemos uma vez!

domingo, 18 de setembro de 2011

da vida

A minha vida anda uma roda viva, sinto-me cansada, desorientada e confusa. Quero poder seguir a minha vida, o meu rumo, os sonhos que idealizei, mas sinto-me como que tivesse presa e não dependesse só de mim soltar-me, preciso que me dêem a oportunidade de mostrar o que sou capaz e de conquistar a minha liberdade. Dias melhores virão certamente, mas por hoje, sinto-me assim.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

É bom viver aqui!

Para os dias que nada me apetece escrever, há aqueles em que escrevo com imensa vontade, e em que me apetece "embonecar" o meu blogue com novos posts, cheios de cor e esperança de que as coisas podem melhorar, de que eu também o posso, e de que o mundo é cheio de coisas boas, que eu, com certeza, não vou querer deixar para trás.
Vinha hoje a caminho de casa, com um sorriso na cara e a pensar que era feliz, que por muita coisa que a vida me tenha dado e que eu não apreciei, há as outras coisas que fazem com que me sinta verdadeira e feliz, e onde é que ficavam os momentos felizes, se não houvessem os tristes para marcar a diferença?
Se vale a pena viver? Sim, sem dúvida, e cada dia mais!
Obrigada pelo ontem, pelo hoje e plo amanhã, que será com certeza uma nova página em branco que eu tenciono escrever com a minha melhor caneta e colorir com os meus melhores lápis de cor!

domingo, 12 de setembro de 2010

e mais de mim

É certo que nenhum de vós que aqui passa me conhece realmente, aliás, como eu já partilhei convosco num texto anterior, na minha opinião ninguém conhece realmente ninguém.
Por esta razão, porque gosto de escrever sobre mim, falar não, resolvi fazer este texto onde falo sobre quem sou, na minha perspectiva.
Sou uma rapariga com os seus 21 anos, que nasceu no melhor mês do ano Novembro, e num dia que não podia deixar de ser um número ímpar, 27. Sou uma rapariga normal, magra, não muito alta, cabelo castanho encaracolado, olhos esverdeados, e dizem que tenho a testa grande.
Tenho um irmão com 14 anos, que adoro e que sem ele a vida não teria a menor piada. Temos os nossos momentos de afecto mais violento, mas a verdade é que o adoro e que no meu irmão ninguém toca, nem por cima do meu cadáver. Sou uma irmã galinha sim, e depois?!
Sempre fui uma aluna dedicada, mas a falta de maturidade que tinha no meu 10ºano, fez com que não conseguisse entrar no curso que realmente queria, Arquitectura. Eu sei que podia ter tentado depois, e que se fosse realmente o que queria devia ter lutado por isso, mas a verdade é que gostei do meu curso, e continuo a gostar, e por isso mesmo o meu objectivo mais alto de vida neste momento é fazer um(a): Doutoramento/Especialização em Engenharia do Som.
Sou pessoa de falar muito, mas consigo ser também um verdadeiro túmulo e estar uma noite inteira quase sem falar, isto porque sou adepta da máxima que diz quando não se tem nada de jeito para dizer...
Não sou uma pessoa sensível, não choro, dificilmente sorrio verdadeiramente, aquele sorriso sincero e meigo, não gosto de mentir para fazer alguém se sentir melhor, mas também não sou uma pessoa incessível. Gosto de sopa, gosto de comida japonesa, gosto de pessoas que cheiram bem... não gosto do meu mau feitio, porque por vezes faço-me parecer arrogante, mas a verdade é que também tenho os meus momentos de glória, em que tenho a mania que sou grande e a maior da minha aldeia.
Sou muito teimosa, e sou capaz de ir até às última consequências quando acho que tenho razão, mesmo que muita gente me diga que não é bem assim. Entre muitos outros defeitos que tenho, acho que o maior é mesmo a ansiedade, é que não a consigo controlar, e por vezes dá-me cabo dos nervos.
Se me dissessem para escolher uma coisa que eu tivesse de fazer todos os dias, para o resto da vida, eu escolhia nadar. Adoro nadar, quando tenho problemas ajuda-me a lavar as ideia, só porque sim, em treino, em competição, por desporto, com amigos, sozinha, para relaxar, para exercitar corpo e alma, para tudo.
Basicamente, sou uma pessoa normal, que por vezes é demasiado fria e distante, e isso afasta as pessoas, mas não somos todos solitários? Só que nem todos nós deixamos que essa faceta transpareça verdadeiramente para os outros, ou cá não só deixo, como simplesmente não consigo evitar.
E agora há uma coisa que quero pedir:
Ansiedade, e que tal ires dar uma volta? Eu agradecia imenso!
E desvendo aqui um pequeno segredo... adoro pastéis de nata!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

viver

Temos de dar mais valor às coisas mais simples, pois são elas que dão cor aos nossos dias e à nossa vida. Há que viver cada momento sem pensar no amanhã, sem pensar sequer que existe, pois se vivêssemos mais intensamente como se o hoje e o agora fossem os nossos últimos momentos, de certo seriamos muito mais felizes.
Toca de sorrir, sff! :D

segunda-feira, 26 de julho de 2010

new smile

E porque nem todos os dias são maus hoje foi um dia com boas notícias! (finalmente)
Acho que finalmente o meu futuro começa a ganhar alguma lógica e algum sentido, hoje lá me disseram que vou estagiar 6 meses para Lisboa, não é cidade que me agrade totalmente, mas ao menos tenho um sítio fixe onde aprender e abrir horizontes.
E porque isto também não anda lá muito famoso ao nível do coração, vai certamente fazer-me bem mudar de ares.
E uma nova fase começa hoje, porque eu não me vou deixar ir a baixo!

(Obrigado a todos pela força, fez-me voltar a acreditar.)

domingo, 2 de maio de 2010

de pernas para o ar

Tive de virar
A minha vida
De pernas para o ar
E arranjar
Uma forma
De lá morar.

Os dias pareciam não ter fim, e a ansiedade tomava conta de mim. A única forma de sair desta prisão, deste sofoco, era tentar não lhe passar cartão, o problema, é que eu não estava a conseguir por me sentir presa.
A verdade é que o tempo o fez por mim, e foi-me libertando aos poucos de mim mesma, mas de um eu, que ficou preso no passado, e o qual eu não quero nunca mais recuperar.
A calma e a tranquilidade voltaram a pairar sobre mim, e a confiança tem-se vindo a reinstalar dentro de mim, muito lentamente, mas com mais força e segurança, do que antes de se ter desvanecido.
Muita coisa foi perdida, posta de lado, deixada de parte, e na altura magoou-me e deixou-me bastante triste, mas a verdade é que se isso aconteceu, foi porque assim teve de ser, e houve muitas outras coisas que apareceram de surpresa, e que permanecem.
Muita coisa vai e vem da nossa vida, e costumam dizer que devemos agarrar as coisas boas porque podem não voltar, mas há uma coisa que eu aprendi, as oportunidades são muitas, e nós devemos saber escolher muito bem, quais as que queremos realmente agarrar, para que não nos arrependamos mais tarde.
Estava mesmo a precisar desta mudança, fazer coisas diferentes, com pessoas diferentes e sem pensar nas consequências. Conhecer pessoas novas, conhecer pessoas que já conhecia, mas que na realidade ainda não conhecia. Dar essa oportunidade a mim mesma. Estes últimos dias, fiz coisas que nunca pensei fazer. Há que viver sem pensar no amanhã, sem pensar no que é ou não correcto, sem ter medo de arriscar.
Ficar na conversa até de manhã, ver o sol a nascer, dormir pouco, viver muito, sonhar acordada, concretizar os sonhos, fazer planos, não fazer planos, rir muito, falar muito, dizer coisas parvas, devaneios, o que me vier à cabeça.
Disseram-me que tenho um bom sentido de humor, e que quando estou com sono só digo coisas parvas, mas que animam as pessoas e que as fazem rir. E isso é das melhores coisas que levamos desta vida: rir, e muito.
Daqui para a frente, é só continuar a saltar, e a lutar para continuar a dar voltas e mais voltas à minha vida, pois a mudança, trás sempre algo de bom, por ser diferente.

Esta semana vai ser novamente bastante trabalhosa. Com rodagens de manhã à noite, de 2ªfeira até 5ªfeira, por isso o mais provável, e porque também estou sem computador, é não conseguir passar aqui antes do fim de semana.
Nessa altura tentarei passar nos vossos cantinhos para me actualizar, e também para partilhar convosco a semana que irei ter. O próximo fim de semana vai ser passado em Coimbra, na Queima, e espero bem que sirva para descansar, conhecer e divertir, que depois de uma semana como a que se avizinha, é mesmo aquilo de que estou a precisar.
Espero que tenho uma óptima semana. Beijinho grande para todos =)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

a justificação (ou parte dela)

Quem diz que a recuperação da perda é fácil, está muito bem enganado. Nós podemos achar que estamos bem, que já passou, já seguimos em frente, já demos o próximo passo, já estamos bem connosco próprios. A verdade é completamente diferente. Isto é uma merda de um sufoco, a cada dia que passa, e é inexplicável. Apetece mandar tudo às urtigas, e gritar ao mundo a perguntar que mal fiz eu para merecer esta merda de vida, e esta situação pela qual estou a passar.
Foi então que cheguei a uma conclusão: são as pagas Leila, as pagas de teres sido uma grandessíssima burra há 3 anos atrás, e agora estares a pagar pela bela merda que fizeste a ti mesma. Lutar por quem se gosta? Nah... isso dá trabalho. Bora lá seguir o caminho mais fácil.
E assim é a minha história de vida, comecei a namorar com alguém, que ainda não conhecia bem, e usamos os 3 anos de relação para nos conhecer-mos, e quando isso aconteceu, apercebi-me que nada tínhamos a ver, e que tudo aquilo tinha sido um erro. E de quem é a culpa? Minha! É tão, mas tão minha, porque fui uma miúda burra e imprudente, que acabou por desperdiçar os melhores anos da sua vida, com um gajo qualquer, e hoje penso para quê? E a única justificação que encontro é: para aprender alguma coisa. (e realmente aprendi)
Ontem estava pelo msn, e veio falar-me uma boa amiga minha, que me esteve a dar conselhos sobre o amor. Depois da conversa, pus-me a pensar: amor? mas que raio é isso? É verdade meus caros, estive 3 anos numa relação, onde tive momentos felizes, mas segundo a qual agora penso, será que alguma vez o amei, da forma que muita gente fala que amou não sei quem, e que é algo magnífico, as tais borboletas na barriga. Ou será que foi apenas uma questão de me ter acomodado, e habituado ao dia a dia? É certo que passei momentos muito bons, mas será que esses momentos foram recheados do tal amor que eu acho que ainda não descobri?
Tenho quilos de perguntas à espera de resposta, mas está cada vez mais complicado de atingir essas respostas. Sei que há pessoas em situações bem piores que a minha, aliás, situações que nem se comparam, mas quando penso no que perdi, e que por mais que agora quisesse recuperar, já é tarde de mais, vejo-me no mais fundo dos poços, e sinto que ninguém me pode tirar de lá.
Gosto de uma pessoa, ou como diria um colega meu, tens uma paixoneta isso sim. afinal, não o conheces bem. A verdade é que isso nem sequer me importa. Ele mexe comigo, como sempre, e faz-me sentir diferente, algo que nunca consegui sentir em relação a mais ninguém. Por um lado isto é bom, e eu devia estar feliz por senti-lo, e devia fazer algo para que ele soubesse o que sinto, mas depois penso e para quê? Será que vale a pena sequer tentar? Será que passados 3 anos as coisas continuam na mesma, ou houve muito que se perdeu? Parece-me que a segunda hipótese é mais viável. A verdade, é que me sinto uma completa incompetente, por nem da minha vida conseguir tomar conta.
Há 3 anos, muitas foram as pessoas que me disseram que foste tu fazer Leila? porque é que começaste a namorar com ele, se...? E eu dizia a mim mesma que era a coisa certa a fazer, mesmo sabendo, bem lá no fundo, que estava a cometer um erro tremendo, sobre o qual, bem me avisaram que assim as coisas não estavam certas. E eu liguei a isso? Não, de todo.

Há 3 anos cometi um erro que deu frutos, agora estou a colhe-los. Já diz o velho ditado "cada um faz a cama onde se deita", e agora chegou a parte, em que tenho de me deitar nela.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

ansiedade

Hoje sinto-me triste, devido à quantidade excessiva de ansiedade que paira sobre mim. Tenho estado a passar por uma fase má, e cheia de trabalhos chatos que tenho de fazer e entregar. Neste momento falta-me apenas um, que terei de entregar na próxima quarta-feira, e não me consigo sentir minimamente motivada a fazê-lo. É certo que quando estamos mal por dentro, isso reflecte-se nas nossas relações com os outros, num resultado inferior ao pretendido, naquilo que fazemos, e numa perda de vontade, sabe se lá para quem ou para onde.
Consigo aproximar-me das pessoas, e ter um dia cheio de conversas agradáveis, tranquilas, e no dia seguinte penso que ninguém quer saber de mim, que realmente ninguém se importa, e que a culpa é minha. Conheci há dias um rapaz mais velho, com quem tenho andado a falar bastante, que na realidade já conhecia, mas a quem nunca dei qualquer tipo de atenção. Apreciava o trabalho dele, mas achava-o demasiado bruto e arrogante, aparências. Descubro agora que é uma pessoa sensível, e até mesmo interessante, que me tem feito sentir muito bem, e que me tem ajudado a colocar um sorriso na cara, devido à quantidade de tolices que eu digo, e que ele mostra achar piada. Por outro lado, acho que não me quero dar a conhecer, neste momento, e que talvez a linha que nos separa, aquilo que eu construí em mim e que me vai afastando e aproximando das pessoas, poderá trazer-me tamanha infelicidade, algo que eu não quero, mas que luto para ter. Esta é, no mínimo, uma contradição brincalhona.
Em relação àquilo (a quem) me move, que me faz sentir bem e verdadeira, tenho-me vindo a afastar, achando que posso ser demasiado maçadora, ou até mesmo inconveniente, aborrecida, e este é um dos meus maiores defeitos, e receios, quando gosto de algo ou de alguém, e me sinto bem e próxima dessa pessoa, tendo a afastar-me automaticamente. Porque o faço? Acho que lá no fundo saberei, mas não creio ser a altura de o desvendar.

sábado, 12 de setembro de 2009

E se...

hoje fosse o meu último dia? O que eu faria?

Certamente comeria uma maçã bem verde, como adoro, e ouviria as baladas magníficas da Ingrid Michaelson, que me fazem voar!

E se fosse o teu?

terça-feira, 25 de agosto de 2009


Acho que finalmente a vida me volta a sorrir como deve de ser. Estou feliz e sinto-me livre, solta e sem preocupações. Pode não durar muito, mas agora sei que tenho aqui sempre alguém onde me apoiar e em quem confiar, e só espero que isso perdure por muito, muito tempo.

Boa semana*