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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Guerra e Paz | Livros

Finalmente terminei de ler uma das maiores obras do escritor Lev Tolstói, ou seja, Guerra e Paz. Para quem nunca leu nem nunca ouviu falar, vou tentar explicar o conceito da obra assim como qual o seu foco principal.

Guerra e Paz é um romance histórico escrito pelo autor russo Lev Tolstói. Este romance foi publicado entre 1865 e 1869. É uma das obras maiores da história da literatura mundial. O livro relata a história da Rússia na época das invasões Napoleónicas. A riqueza e o realismo dos seus detalhes tal como as extensas descrições fazem com que esta obra sejam, ainda hoje, reconhecida no mundo inteiro.

Estando o contexto histórico descrito acima, se eu conseguisse fazer um resumo da história em poucas palavras, diria que esta obra relata a história de 5 família poderosas e importantes na Rússia nesta altura, e a sua decadência aquando da chegada de Napoleão à Rússia, tal como as mudanças drásticas e definitivas para as suas vidas.

Agora fica a questão, gostei da história?

Responder a esta questão não é fácil, pois gostei e não gostei, a verdade é essa. Esta obra é composta por 4 volumes, ou seja, 4 livros que demorei vários anos a ler, aliás, para vos ser sincera nem me lembro quando comecei a ler o primeiro livro, de há tanto tempo que foi.

O meu namorado tem os livros e disse-me que eram ótimos e uma grande obra-prima que eu tinha mesmo de ler, e assim foi. A verdade é que houve alturas em que adorei e devorei páginas e páginas da história, houve outras alturas que detestei e estive alguns meses sem ler nada, e depois houve alturas de total divagação do autor que foi ler só porque sim, porque de facto aquilo não me despertou interesse algum.

Para concluir, a história é algo interessante, na minha opinião demasiado extensa e com divagações que não faziam falta, não achei nada assim de espetacular, mas também tenho de pensar que estes livros foram escritos há cerca de 150 anos e a leitura não será tão óbvia como um livro escrito agora, ainda assim, e sendo uma obra tão famosa e reconhecida em todo o mundo, acho que valeu a pena o "sacrifício" de ler tudo.

Para quem já leu, o que acharam realmente desta obra-prima? Estou bastante curiosa com as vossas opiniões.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Crime e Castigo | Livros

Li este livro por acaso durante as férias de verão, fui de férias com o H e levei a parte II do Guerra e Paz, mas para o final a história começou a ficar interessante e deverei aquilo antes de voltar para casa, como não tinha levado outro livro e estava com vontade de ler mais, a praia dá-me sempre mais vontade, o H tinha levado um livro que já andava a ler e levou também o Crime e Castigo, por achar que iria ler os dois, mas fui eu quem ficou sem o que ler e fui eu que peguei neste livro do qual vos deixo um resumo antes de dar a minha opinião.
Este livro relata a história de Rodion Românovitch Raskólnikov, um jovem estudante de Direito, pobre e desesperado, que se vê sem dinheiro e condições para prosseguir estudos. Mergulha num estado de profunda depressão e delírio enquanto perambula pelas ruas de São Petersburgo. É nesta altura que comete um crime que tentará justificar por uma teoria - grandes homens, como César ou Napoleão, foram assassinos absolvidos pela História. A questão que fica no ar é: conseguirá Raskólnikov fugir ao castigo que qualquer simples mortal seria exposto ao cometer tal crime?
Terão mesmo de ler para descobrir!

Não tendo sido uma escolha minha, rapidamente percebi que era uma obra bastante conhecida e que era do mesmo estilo do Guerra e Paz, no entanto li o resumo que o livro trás e achei a temática interessante. Crime e Castigo, quase que posso dizer que o título diz tudo, há um crime, tal como é dito no resumo acima, e há um castigo, aquilo que não se sabe e que me deixou agarrada até à última palavra, é que tipo de crime é cometido e principalmente qual é o castigo, pois temos os castigos físicos e temos também os psicológicos, que na minha opinião são bem piores.

Em suma, é um bom livro, lê-se muito bem e tem uma história interessante, confesso que não adorei o final mas não deixou de ter sentido. Se gostam de ler e ainda não tiveram oportunidade de ler este, recomendo.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Leituras

Eu sou uma pessoa que gosta de ler, não sou a mais empenhada nem estou sempre a ler, aliás, passam-se dias e dias em que nem uma página leio, mas gosto de ler, principalmente se a história me interessar, claro. No entanto, sou um pouco preguiçosa para o fazer, confesso que a altura em que leio mais é no verão, na praia, aí leio bastante, e se o livro for interessante, devoro-o mesmo.

No início deste ano propus-me a ler mais, mas a verdade é que até agora, passados praticamente 4 meses inteiros desde que começou este ano, ainda só li dois, O Diário de Anne Frank, que adorei, e o volume 1 do Guerra e Paz, que além de ter uma bela história e de ser de um senhor escritor muito conhecido, a verdade é que aquele francês todo me irrita sobremaneira, não percebo porque não traduziram tudo para português, é que eu não gosto da língua francesa e não percebo nada, então tive de andar meio livro a ler rodapés, que bonito.

Mas bem, diz o H que esta é um história fenomenal e muito boa, que eu deveria ler e que é de leitura obrigatória nesta vida, então que lá terminei o livro e fiquei curiosa com o que acontecerá com determinadas personagens, pois que comecei a ler o volume 2, ainda não sei se estou a gostar mais ou menos, mas a verdade é que aqueles monte gigante de personagens me deixa meia confusa e às vezes já nem sei sobre quem estou a ler, por outro lado, este volume 2 tem muito menos francês, valha-me isso!

E quanto a vós? Costumam ler muito ou nem por isso? O que me recomendam para ler? E quem desse lado é que já leu os 4 livros de Guerra e Paz, gostaram? Vale a pena o tempo que estou a dedicar a isso? Digam-me de vossa justiça e boa véspera de feriado ;)

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

O Diário de Anne Frank | Livros

Durante anos ouvi falar sobre este livro, O Diário de Anne Frank, mas nunca tinha tido curiosidade de o ler. No início deste ano estava em casa do H e vi que ele tinha este livro na estante, confesso que o facto de ter estado em Auschwitz há pouco tempo e saber que este livro retratava a altura da II Guerra Mundial e que era a visão de uma adolescente sobre o que se passou, tinha de ler.
Sabendo antecipadamente o desfecho da história, como acredito que todos vós saibam o que aconteceu a Anne Frank, isso fez com que o livro fosse ainda mais interessante, mais real, mais fascinante. Confesso que me deixou revoltada em algumas alturas, ler certas partes em que Anne falava do futuro, como iria ser quando saísse do Anexo Secreto, como iria ser enquanto adulta, que tipo de mãe queria ser, quem seria o seu marido, qual a profissão que queria ter, etc. Isto tudo deixava-me angustiada por saber que ela não teria a oportunidade de viver tanto assim.
Quando no final do livro, que no fundo não chega realmente a terminar, há um resumo de tudo o que aconteceu a quem estava escondido com Anne, quando percebo que ela esteve em Auschwitz e relembro aquele local, o cheiro, as monstruosidades que lá aconteceram, deixa-me realmente revoltada contra tudo o que naquela altura aconteceu de forma desumana! De facto parece irreal, parece ficção, tudo o que aconteceu a tantos inocentes simplesmente porque era judeus. Como se isso fosse motivo para tais atrocidades.
Em suma, gostei imenso do livro, fez-me perceber que sou uma sortuda por ter o que tenho e por viver num país minimamente civilizado, por outro lado deixa-me aterrorizada por perceber que, o que aconteceu na II Guerra Mundial pode perfeitamente repetir-se e em maior escala até. É impressionante o poder de destruição que a humanidade tem sobre si própria!
Se gostam de história reais, relatos verídicos e fieis ao que aconteceu em determinada altura da história, não podem mesmo deixar de ler este diário. Para quem já leu, o que acharam? Eu, para além de tudo o que descrevi em cima, fiquei com imensa vontade de ir até Amesterdão visitar o Anexo Secreto de Anne Frank.

Avaliação: 9/10

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O Principezinho | Livros

Ao longo da vida há muita coisa sobre a qual ouvimos falar, bem e mal, tudo e nada, e depois há aquelas coisas sobre as quais ouvimos dizer sempre bem, toda a gente já conhece, ou já viu ou já leu. Isto acontece com locais, com personalidades, com filmes, com músicas, com livros... e é mesmo sobre este último tópico que vou falar, livros.
Desde sempre que ouço falar sobre o livro do Principezinho, toda a gente fala nisto, dizem maravilhas, desde os mais pequenos até aos mais crescidos, mas eu nunca tinha lido. Cheguei aos 29 anos sem nunca ter lido este livro, até agora! Ofereceram-me o livro no Natal e hoje terminei de o devorar ler.
O livro é diferente e ao mesmo tempo estranho, intenso e simples, confuso e claro como a água, triste e feliz, certo e incerto, grande e pequeno... não consigo definir bem o que senti ao ler pois foi um misto de sensações, sem dúvida que fala de umas quantas verdades e do quão pequenos somos, quão insignificantes somos face ao vasto universo que há lá fora. 
Fala do quão focados somos em nós próprios e do quão negligentes somos relativamente aos outros e ao mundo que nos rodeia. Preocupamo-nos com coisas tão banais e tão pequenas e por vezes não conseguimos ver o que está à nossa frente e o que realmente importa. É um livro intemporal que todos nós deveríamos ler tantas vezes quantas fossem possível. Dá que pensar em todos os sentidos da nossa existência, do nosso ser, da nossa vida, das nossas atitudes e emoções, dá que pensar em tudo e em nada, tal é a sua simplicidade. Só tenho pena de não o ter lido antes, pois seria certamente diferente tê-lo lido, por exemplo, aos 10 anos de idade.

Se não leram, leiam, se já leram, leiam de novo, pois é fabuloso!
como diz um querido aluno meu :)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Leituras

Gosto imenso de ler, principalmente histórias baseadas em factos reais, ou histórias reais contadas na primeira pessoa. Sou uma pessoa das artes e, por isso mesmo, tenho tendência para visualizar o que estou a ler, imaginar as pessoas, os locais, as histórias como se estivessem a acontecer diante dos meus olhos.

É verdade que não leio tanto quanto gostaria, e passam semanas em que não leio nada mesmo, é a preguiça, mas ultimamente tenho feito um esforço por ler e, a verdade é que me tem sabido bem.

Gosto de imaginar o final da história, gosto de criar, na minha cabeça, o meu próprio final, e depois reflectir sobre qual dos finais faria mais sentido, o meu ou o do livro. Gosto deste mundo alternativo, gosto de ler algo que não seja através do computador, algo que seja mais real, o cheio dos livros, do papel impresso, tudo.

Não percebo é de onde vem este meu gosto pela leitura, não é dos meus pais, que só gostam de ler o jornal, nem do meu irmão que sempre leu os resumos para fazer as fichas de leitura para Língua Portuguesa, pois ler é uma perda de tempo e uma seca.

Eu cá sempre gostei de ler, sempre gostei da nossa língua, o português, sem tive boas notas e tive também bons professores que me fizeram ter gosto em ler e em escrever bem, usar uma linguagem adequada a cada situação, uma linguagem correta, e nesse sentido posso agradecer os bons professores que tive.

Sei que alguns de vós que por aqui passam, adoram ler, há até quem devore livros, por isso gostaria que partilhassem comigo um livro de que gostaram muito, o vosso preferido, um que vos marcou, o que estão a ler, o último que lerem, o primeiro que leram, qualquer coisa. Partilhem à vontade!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

7 anos no Tibete

Este foi o último livro que li e fiquei completamente viciada. Li-o em pouco mais de uma semana e estava de tal forma fascinada com o que estava a ler, que não conseguia parar. É sem dúvida um vício saudável este de ler, só tenho pena de nem sempre andar assim empenhada e entusiasmada com a leitura.

É um relato de uma história real, contada na primeira pessoa por Heinrich Harrer, um alpinista austríaco que se viu, em plena 2º Guerra Mundial, obrigado o fugir de um campo de concentração na China. Conseguiu, na segunda tentativa de fuga, fugir para o Tibete e por lá viveu durante 7 anos. Este livro dá-nos um fantástico relato deste alpinista sonhador e ambicioso, e do seu amigo Peter Aufschnaiter com quem partilhou parte desta aventura.

Teve o prazer de contactar com o 14º Dalai Lama, de quem se tornou amigo e até tutor, passando-lhe muitos conhecimentos numa fase inicial em que o Dalai Lama era ainda uma criança com uns 12 ou 13 anos. O livro tem inclusive uma nota inicial escrita pelo próprio Dalai Lama, em que este relata esses tempos tal como a amizade que cresceu entre os dois.

Se já era fascinada pela Ásia, agora fiquei ainda mais. Sem dúvida que uma das coisas que adorava era conhecer a Ásia toda, viver por lá uns anos tipo turista e conhecer todos os recantos, as culturas, os cheiros, as línguas, as pessoas, os costumes... tudo e tudo.

Lido o livro, agora quero muito ver este documentário que fizeram sobre o livro, pois quero ver como são na realidade, todos os locais que idealizei na minha cabeça enquanto lia. Se ainda não tiveram a oportunidade de ler este livro, ou não conheciam, acreditem que é mesmo muito bom e vale a pena.

terça-feira, 24 de junho de 2014

A Noiva Italiana | Opinião

Não é meu hábito colocar aqui a minha opinião sobre os livros que leio, pelo menos, não com muita frequência, mas a verdade é que tenho lido mais ultimamente e este livro conseguiu cativar-me do início ao final.

É um romance da Nicky Pellegrino, autora que confesso que não conhecia, e um género que não é, de todo, o meu favorito. No entanto, este livro foi-me oferecido pela querida Turista há imenso tempo, e estava ali na pilha de livros a serem lidos. Confesso que fiquei fã da obra e da escritora, e não sei porque esperei tanto tempo para o ler.

Deixo-vos aqui uma pequena sinopse, pois para quem não conhece a obra ou a autora, ficar com curiosidade de ler.
"Apesar de viverem em Londres, os Martinelli continuam a ser uma típica família italiana: sempre a discutir, a comer e a amar. Pieta, a filha mais velha, tem 30 anos e é solteira, facto que a coloca sobre a mira dos pais, principalmente agora que Addolorata - a sua irmã mais nova - vai casar. Uma vez que desenha vestidos de noiva, Pieta foi encarregada de fazer o vestido mais importante da cerimónia, mas uma série de segredos de família atrai a sua atenção. Porque é que o pai está sempre a discutir com um vizinho italiano? Qual será a causa da tristeza da mãe? E será possível que o homem por quem ela sempre alimentou uma paixão secreta esteja prestes a casar-se com outra pessoa? Decidida em ajudar a irmã, Addolorata planeia um empurrãozinho ao destino no dia do seu casamento. Mas o resultado vai ser surpreendente e nada vai acontecer conforme planeado..."
Confesso que me fascinou a cada página e cada vez mais tinha curiosidade em ler mais e mais, pois a história tinha tanto ainda por desvendar, que era impossível que a curiosidade não fosse enorme. É um romance muito interessante, com muitas reviravoltas lá pelo meio e com um desfecho muito surpreendente, que me deixou com um sorriso na cara, mas também triste por acabar e não haver mais para ler. Recomendo!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Herança

Finalmente terminei de ler a Herança, e com ele terminei de ler a história de Eragon que há alguns anos me acompanhava.Confesso que gostei imenso do final, bem surpreendente como eu gosto e que deixa margem para um quinto livro, que eu adorava que saísse.

No entanto, neste momento gostava mesmo que fizessem o filme, da história toda, acho que ia ser bem interessante ver reproduzidos no cinema, todos os personagens e lugares mágicos que estão descrito ao logo desta obra magnífica de Paolini, autor do qual sou totalmente fã. Adoro a criatividade dele e admiro muito o trabalho de pesquisa que teve por detrás desta obra. As capas então, são de uma perfeição tal que não há palavras, sem dúvida que o ilustrador não podia ter sido melhor escolhido.

Para quem não sabe, esta obra fala da história de dragões e de cavaleiros de dragão, de elfos, anóes, urgals, magia, e tantas outras coisas que não existem na nossa realidade, no nosso mundo, mas que nos fazem vaguear imenso e imaginar como seria se estes criaturas, este mundo, existissem.

E assim me despeço dos personagens que durante anos fizeram parte dos meus dias, espero que num futuro próximo saia a continuação desta saga, até porque tenho muita curiosidade em saber como ficará a relação de Eragon e Arya. E claro, quero que o Paolini nos continue a surpreender pela positiva.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

está quase quase

Chegou finalmente o livro para o meu relatório, além de ter vindo tarde é pequeno e tem montes de imagem, espero bem que o consiga ler até sexta-feira, para no fim de semana conseguir acrescentá-lo ao meu relatório.
Obrigada por todas as dicas que aqui me deram, e agora desejem-me muito boa sorte, para que a coisa corra bem, sff.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

era uma ajuda sff

Preciso comprar este livro para servir de suporte e bibliografia ao meu relatório, mas como é escrito em espanhol, só se vende em Espanha.
Estou à espera que este fim de semana mo comprem, uma pessoa minha conhecida que vai lá às compras, mas caso não consiga terei de o mandar vir por correio. O problema aqui é que o livro custa €14.40, e os portes €15, o que é um abuso.
Já procurei por toda a internet, a ver se encontrava uma versão do livro online, mas sem sucesso. Algum de vós sabe se existe tal coisa online, para que não tenha de o mandar vir?
Agradecida e bom fim de semana.

sábado, 23 de abril de 2011

leituras

Ontem terminei finalmente de ler este e comecei este.
O primeiro demorei muito tempo a lê-lo, além de gostar da escrita do Paolini, principalmente a avaliar pela idade dele quando escreveu, mas a verdade é que é bastante extenso e tem partes muito descritivas que acabam por se tornar cansativas. De qualquer das formas, fiquei cheia de curiosidade para ler o quarto livro que vai encerrar a história. Recomendo a leitura, não apenas deste mas dos dois anteriores, Eragon e Eldest, para quem gosta de histórias de fantasia.
O segundo, só ontem, li para aí metade. Sei que há muita gente que não gosta do Nilton, mas eu cá sou uma super fã, e é rara a piada dele à qual não acho piada. Recomendo para quem quer dar umas boas gargalhadas.

Um óptimo fim de semana e uma Páscoa cheia de coisinhas doces :)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

leila

Comprei este livro há uns tempos, até falei dele aqui. Na quarta feira olhei para ele e pensei que seria boa ideia lê-lo, até porque é um livro pequeno, e assim acabava com a minha curiosidade sobre o mesmo, visto o título ser o meu nome Leila.
O livro tem 4 capítulos todos eles com nomes de mulheres, passo a resumir:
Fernanda, conta a história de uma bela jovem que é assassinada por alguém que a desejava ardentemente.
Alzira, uma jovem que é vendida pelo pai para ir em busca de uma vida melhor e sair da miséria em que vivia, acaba por encontrar aconchego em troca da sua entregar total ao seu dono.
Laura, foram as 12 páginas mais profundas que já li na minha vida. Conta a história do amor entre pai e filha. Passo a citar as partes que mais me fizeram pensar:
«Laura, não vale a pena chorar. Guarda as lágrimas para coisas mais importantes. Vais precisar delas, minha querida!»
«Pai, o amor dói?», «Muitas vezes. Pela ausência, pela vontade de dizermos o que por vezes calamos, pelo nosso egoísmo, fica próximo da dor. Mas vale a pena vivê-lo.»
«Ama uma pedra, uma flor, uma ideia. Mas, principalmente, ama-te a ti própria para poderes amar a vida.»
«Não, Pai. O amor morreu, foi-se. Se calhar não soube cuidar dele. Não fui capaz de dar tudo. E não posso viver assim.»
E estes são apenas alguns excertos de 12 páginas cheiras de sentimentos, de emoções, de coisas boas e verdadeiras que me preenchem a alma e o coração.
Leila, este capítulo era basicamente metade do livro, e conta a viagem que o narrador faz por Marrocos e a paixão louca e assolapada que vive com Leila, um mulher rica, linda, sedutora, atraente, e devoradora. A verdade é que esta esconde um segredo...
Gostei bastante do livro, principalmente da parte da Laura, como puderam ver, mas sinceramente não gostei do final da história da Leila, que é também o final do livro, e nesse sentido fiquei um pouco desiludida. De qualquer forma, só pelo capítulo da Laura, vale muito a pena.

sábado, 24 de abril de 2010

livros

Hoje foi dia de aproveitar os descontos da Feira do Livro da Benedita. que se concretizou na minha antiga escola (assim também deu para matar saudades, e ver pessoas conhecidas).
Comecei por adquirir este livro:


Fala sobre a vida e obra do grande actor português, Vasco Santana, e visto estar a metade do preço, foi uma óptima oportunidade de compra. Já estive a dar uma vistas de olhos, e parece mesmo muito interessante.
Comprei também este:

Não conhecia a escritora, nem nunca tinha ouvido falar do livro, mas visto o título do mesmo ser Leila, que é o meu nome, e nunca ter encontrado nenhum livro com este título, provavelmente por ser um nome menos comum, resolvi comprar por curiosidade, e porque estava a um preço bastante acessível.

O que me deixou triste, foi os meus queridos pais, não me quererem trazer os livros do Miguel Torga, eram só 4, e só custavam uns €15 cada um. Não ia custar nada, era só abrirem os cordões à bolsa!!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Trainspotting - o livro

Ando a ler o livro, do qual foi feita a adaptação do filme Trainspotting, e estou a gostar bastante. Para quem não sabe, o livro relata a história de um grupo de amigos toxicodependentes, que têm a heroína como sentido de vida.
O objectivo da leitura deste, é fazer uma comparação entre o mesmo e o filme, coisa que não vai ser difícil, visto o filme ser uma breve adaptação, e existirem muitos pormenores do passado dos personagens, tal como personagem que têm alguma relevância na história, que no filme não existem.
De qualquer forma, o livro tem uma linguagem bastante forte e totalmente directa. O que ao início parecia estranho e difícil de ler, tornou-se agora divertido, e algo do dia a dia. A parte das asneiras é que me tem andado a fazer mal, visto que ando a dizer demasiadas, desde que comecei a ler o livro, isto porque nele, em cada frase, há pelo menos, uma palavra menos bonita.
Por outro lado, e sendo o livro mais específico, tem-me feito pensar bastante na vida, e cheguei à conclusão que há quem passe por bem pior do que eu, e não se queixam, em vez disso, lutam todos os dias por conseguir chegar mais além.
É um livro que recomendo vivamente, por ser tão real, talvez até demasiado real, mas por vezes faz bem provar isso mesmo, o exagero.

sábado, 20 de março de 2010

Livro de cabeceira

Sendo este o meu filme preferido, e vendo-o como uma total obra prima, estava mais do que na hora ler o livro. E nada melhor do que juntar o útil ao agradável.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Eldest


E terminei hoje, à poucos minutos até, estas 800 páginas maravilhosas, cheias de histórias e revelações fantásticas. Agora quero muito ver o filme
Depois deste só me falta mesmo o Brisingr, que será o último da trilogia.
Preciso de ganhar coragem para mais cerca de 800 páginas.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Apetece-me escrever aqui no blogue, mas não sei bem o quê.
Doi-me muito a barriga, o que é horrivel principalmente de verão (as mulheres irão perceber o porquê).
O meu computador velhito cá de casa, pifou de vez, não se deixa formatar, com o windows que tinha, iniciava, depois dava erro, e reiniciava vezes sem conta, tento formatar novamente e diz que não consegue copiar uns ficheiros quaisquer. Acho que começo a entrar em paranóia, porque odeio quando as coisas não me correm bem ou quando não consigo fazer uma determinada tarefa.
Depois de muito tempo passar, lá resolvi voltar, em força, à leitura do Eldest, o segundo livro da grande obra de Christopher Paolini. Agora que recomecei, arrependo-me amargamente de ter estado tanto tempo sem ler, pois vale muito a pena. É uma história fantástica que não quero voltar a deixar para trás, até porque quero muito ler o último da colecção, Brisingr, que significa fogo, o que me deixa com uma enoooooooorme curiosidade. E eu não gosto nada de Harry Pother e coisas do género, mas estes três livros despertaram-me uma enorme curiosidade, porquê, não sei.
Voltei também aos Sopranos, mas confesso que já não vejo com o mesmo entusiasmos que vi as três primeiras temporadas. Tenho muito curiosidade em saber como termina a série, principalmente o desfecho do Tony Soprano, do filho A. J., e claro, da filha Meadow, mas ainda assim, às vezes aborreço-me a ver, são episódios demasiado longos, acho, ou então comecei a habituar-me ao Lost, em que a cada minuto acontecia uma coisa nova, e agora acho os Sopranos muito parado.
Outra coisa importante, as minhas verrugas estão a secar, que felicidade... Além disso, esta semana tenciono tratar da casa na Covilhã, pois para a semana quero ir lá acabar de entregar os papéis para o mestrado, e queria ir ver a casa e apalavrar tudo com os senhorios, vamos a ver.

Boa semana*

P.S.- Acho que vou participar numa longa-metragem. Recebi um convite :)

sábado, 3 de janeiro de 2009

Eragon

Ora como não podia deixar de ser, e depois de muitos meses passados na leitura deste fantástico livro, venho dizer que tenho pena de não o ter terminado há muito mais tempo!
E claro está, que não é de admirar os prémios atribuídos a Christopher Paolini, tal como a fantástica recepção que o seu livro teve por todo o mundo. Só em Portugal vendeu cerca de 40.000 exemplares. Um número estrondoso, principalmente para um jovem com apenas 20 anos. (claro que esta idade tinha ele quando o seu primeiro livro teve no seu auge, neste momento Christopher já tem 25 anos)
Depois deste seguiram-se mais dois livros "Eldest" e "Brisingr", que de certo serão tão bons como o primeiro, e que estou ansiosa por ler.
Posso dizer que Paolini é um senhor no que se refere ao fantástico e à ficção cientifica, e foi por isso que criou um mundo só dele e um alfabeto próprio para cada espécie de criaturas, e é fantástico poder imaginar todos os cantos e recantos que ele descreve no livro.
Claro que, como acontece com todos os bons livros, o filme veio estragar tudo. O filme de "Eragon" só tem o nome de Paolini no genérico, porque livro e filme têm o mesmo nome, visto as histórias dirvegem em muito uma da outra. Posso dizer, por exemplo, que a personagem Arya no livro é uma elfo e tem orelhas em bico que são um símbolo muito importante para a história, e no filme as orelhas delas são normais, esta é apenas uma falha entras milhentas outras.
Há ainda uma outra falha, para mim uma das maiores, que é quando Eragon conheçe a ervanária Angela em Teirm, que é uma terra por onde o filme não passa, e essa é uma das passagens mais importante no filme, Eragon conhece e descobre aí mais do que Angela, mas o filme não o mostra, e na minha opinião, essa é uma das maiores falhas.
Deixo só uma pequena sugestão, quem for amante da leitura, vale muito a pena ler o livro, mas quem o ler, não veja o filme, é muito grande a desilusão. Pelo contrário, quem for preguiçoso e preferir ver antes o filme, de certo não irá ler o livro.